Entidade da indústria questiona MP que zerou imposto sobre compras internacionais de até US$ 50 e afirma que benefício favorece plataformas estrangeiras, ameaça empregos e viola. A disputa em torno da chamada “taxa das blusinhas” ganhou um novo capítulo jurídico e político. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) protocolou, no fim desta sexta-feira (22), no Supremo Tribunal Federal (STF), uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a medida provisória do governo que zerou a cobrança do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50. Na avaliação da entidade, a MP 1.357/2026 cria uma vantagem artificial para plataformas estrangeiras de comércio eletrônico, enfraquece a indústria nacional, ameaça empregos e desrespeita requisitos constitucionais para a edição de medidas provisórias. O movimento recoloca no centro do debate uma das disputas mais sensíveis entre indústria, varejo, governo e consumidores: até que ponto o incentivo às compras internacionais baratas pode comprometer a competitividade da produção brasileira. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.