De acordo com ⁠os analistas, um ambiente ​macroeconômico mais difícil ​está pressionando a qualidade dos ativos em todo o sistema bancário brasileiro. SÃO PAULO, 24 Jun (Reuters) – Analistas do ⁠Citi cortaram o preço-alvo das ações de vários ⁠bancos brasileiros, afirmando que estão adotando uma postura mais cautelosa ‌com o setor em meio à deterioração do cenário macroeconômico, com aumento das pressões sobre a qualidade dos ativos, especialmente no crédito ‌ao consumidor e no agronegócio. ‘Nós reduzimos nossos preços-alvo para refletir um custo de capital próprio mais elevado, impulsionado pela abertura da curva de juros e pela expectativa de juros mais altos por mais tempo’, afirma relatório do banco norte-americano assinado por Gustavo Schroden, Arnon Shirazi e Brian ⁠Flores. ‘Permanecemos ‌seletivos, com Itaú Unibanco ( ITUB4 ) e BTG Pactual ( BPAC11 ) como nossas principais escolhas, ⁠onde acreditamos que a execução consistente trará resultados e onde os valuations atuais parecem desalinhados’, escreveram no documento enviado a clientes na noite de terça-feira, no qual acrescentaram que Banco do Brasil ( BBAS3 ) e Santander Brasil ( SANB11 ) são os nomes menos preferidos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.