Já percebeu que os avisos sonoros do cinto de segurança nos carros ficaram tão barulhentos que é como se “gritassem” com. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Gemini Já percebeu que os avisos sonoros do cinto de segurança nos carros ficaram tão barulhentos que é como se “gritassem” com o motorista? Pois é, há um motivo para isso: as os acidentes de trânsito com desfechos fatais para os ocupantes que não usavam cinto continuam com números altíssimos, e as montadoras tiveram que tomar providências. Claro, os carros modernos estão cada vez mais seguros, já que contam com recursos como airbags, controle de estabilidade e frenagem automática, mas o fator humano continua decisivo. De acordo com a agência federal americana NHTSA, das 22.713 pessoas que perderam a vida no trânsito em 2024, alarmantes 48% não usavam o cinto. Diante de um cenário de número de mortes que voltou a crescer, o Instituto de Seguros para Segurança nas Rodovias (IIHS) apertou os critérios de avaliação, pressionando fortemente a indústria automotiva. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.