Cientistas transformam seda em supermaterial mais forte que osso
A seda natural foi transformada por pesquisadores em um supermaterial que supera a resistência do osso humano e se aproxima do Kevlar. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Cientistas transformam seda em supermaterial mais forte que osso Novo processo não utiliza produtos químicos complexos ou métodos que consomem muita energia Rodrigo Mozelli 25/05/2026 15:29 Seda obtida por cientistas é mais forte que materiais considerados potentes - Imagem: Chandra balan/Shutterstock Compartilhe: A seda natural, conhecida por sua resistência em teias de aranha e casulos de bicho-da-seda, foi transformada por pesquisadores em um supermaterial que supera a resistência do osso humano e se aproxima da rigidez do Kevlar. O avanço foi desenvolvido por cientistas da Universidade Tufts (EUA), Imperial College London (Reino Unido) e Universidade de Michigan (EUA). O novo processo não utiliza produtos químicos complexos ou métodos que consomem muita energia. Em vez disso, os pesquisadores desenvolveram uma técnica que funde fibras de seda natural, preservando grande parte de sua força original por meio da aplicação controlada de calor e pressão. Por anos, engenheiros tentaram usar seda em medicina e eletrônica devido à sua biocompatibilidade natural. No entanto, os métodos convencionais de processamento dissolvem as fibras de seda em proteínas individuais para depois reconstruí-las, um processo que demanda grandes volumes de água, produtos químicos, energia e tempo, além de enfraquecer o material final. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital