Foram investigadas 810 conversas com nove modelos de IA, abrangendo 30 perfis de usuários simulados e mais de 90 mil avaliações clínicas. As letras “AI” (inteligência artificial, na sigla em inglês) são posicionadas sobre uma placa-mãe de computador nesta ilustração feita em 23 de junho de 2023. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo Publicidade. Cientistas da University College London (UCL) desenvolveram uma estrutura para testar a capacidade de chatbots de IA responderem a usuários com vulnerabilidades psicológicas específicas, como depressão, mania, psicose, transtorno obsessivo-compulsivo ou apego inseguro, e com uma ampla gama de intenções, por exemplo, tentar fazer com que o chatbot concorde com eles, minimize suas dificuldades ou endosse ações de risco. Segundo os pesquisadores, isso poderia ajudar a identificar pontos fracos e testar maneiras de tornar as interações relacionadas à saúde mental mais seguras. Além da UCL, o trabalho, publicado na Nature Medicine, também foi liderado por pesquisadores da Universidade de Oxford e do Instituto de Segurança de IA do Reino Unido. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.