Expedição científica no Atlântico Sul revela 31 novas espécies em apenas duas semanas, usando tecnologia avançada no fundo do oceano. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Cientistas encontram 31 espécies inéditas em águas profundas do Brasil Expedição científica no Atlântico Sul revela 31 novas espécies em apenas duas semanas, usando tecnologia avançada no fundo do oceano Valdir Antonelli 26/06/2026 10:24 Pesquisadores descobrem 31 espécies inéditas em águas profundas do Brasil, em missão que combina inovação tecnológica e biologia marinha. - Imagem: ROV SuBastian/Schmidt Ocean Institute Compartilhe: Uma expedição de biologia marinha em águas internacionais ao largo do Brasil identificou 31 novas espécies em apenas duas semanas. O ritmo das descobertas surpreendeu até os próprios pesquisadores, que atribuem o resultado à combinação de tecnologia avançada e trabalho intenso em campo. A missão aconteceu a bordo do navio Falkor (too), operado pelo Schmidt Ocean Institute, com apoio da Universidade da Austrália Ocidental e outras instituições. Cerca de duas dezenas de cientistas dos Estados Unidos, Austrália, Brasil e Japão participaram da expedição, que partiu de Salvador, na Bahia. Divulgado pelo The Guardian, o estudo teve como foco o midwater oceânico — a camada entre o fundo do mar e a zona iluminada pela luz solar. Trata-se de uma das maiores regiões do planeta em extensão habitável, responsável por cerca de 90% desse espaço, mas ainda pouco conhecida pela ciência. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.