Cidade de SP liberou 77 prédios na área com ruído de Congonhas em uma década mesmo
Gestão Nunes diz adotar medidas para dar transparência sobre locais mais afetados pelo barulho do aeroporto. Na década anterior, foi autorizado número menor, de 59 edifícios. A área mais afetada não abrange apenas a vizinhança imediata ao aeródromo, alcançando imóveis a até 4,1 km de distância da pista, principalmente nos distritos Campo Belo, Itaim Bibi, Moema e Jabaquara. O incremento na verticalização está em parte associado aos incentivos municipais regulados pela Lei de Zoneamento de 2016 para construir perto de eixos de transporte. O entorno do aeroporto tem estações das linhas 1-azul, 5-lilás e 17-ouro, além do corredor da avenida Santo Amaro. Os benefícios foram mantidos na revisão da lei, sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes ( MDB ) em janeiro de 2024. Como mostrou a Folha, entes federais requerem ao menos desde 2018 que nova legislação paulistana considere as curvas de ruído dos aeroportos de Congonhas, Campo de Marte e Guarulhos, com controle de uso ou exigência de melhor desempenho acústico nas novas construções, a fim de impedir aumento da população exposta. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e o MPF (Ministério Público Federal) se baseiam no Código Brasileiro de Aeronáutica, de 1986. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo