Cineasta volta aos fantasmas da guerra após. Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Leonardo Sanchez Londres "Uma época de magia aparente." É assim, com essa frase na tela, que Christopher Nolan dá início à sua versão hiperbólica para "Odisseia", poema atribuído a Homero e tido como um dos textos basilares da cultura ocidental. Pela primeira vez, ele ganha as telas em formato de blockbuster, com todas as benesses que um cineasta recém-laureado com o Oscar poderia querer. Numa Hollywood que cada vez mais aperta os cintos orçamentários, escolhendo onde filmar com uma frieza pragmática e substituindo cenários e adereços por telas verdes, o filme de Nolan parece mesmo fruto de magia. Com seu orçamento avaliado em US$ 250 milhões, cerca de R$ 1,3 bilhão, "A Odisseia" teve cenas gravadas em seis países – Grécia, Marrocos, Itália, Islândia, Escócia e Estados Unidos–, viu seus prédios e objetos de cena serem construídos do zero e foi capturado por uma câmera desenvolvida especialmente para o projeto, o primeiro filmado inteiramente em Imax. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.