Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês voltou a classificar o laudo como "ilegal", "nulo e sem efeito" e afirmou que Pequim "não o aceita nem o reconhece". Navio da Guarda Costeira da China no Mar do Sul da China 13/08/2025 REUTERS/Adrian Portugal Publicidade. A China reagiu neste domingo à declaração conjunta de Estados Unidos, Filipinas e outros 12 países que reafirmou a validade da decisão arbitral de 2016 sobre o Mar do Sul da China. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês voltou a classificar o laudo como “ilegal”, “nulo e sem efeito” e afirmou que Pequim “não o aceita nem o reconhece”. A manifestação foi divulgada no 10º aniversário da decisão do tribunal arbitral de Haia, criado com base na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos). Em 2016, o tribunal decidiu, em processo aberto pelas Filipinas, que não havia base legal para as amplas reivindicações marítimas da China fundamentadas em “direitos históricos” sobre grande parte do Mar do Sul da China. Pequim se recusou a participar da arbitragem e desde então rejeita o resultado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.