Raro teste de arma para ataques nucleares gera queixas de vizinhos regionais como o Japão e a Austrália. O ensaio levou a uma onda de críticas de potências regionais como o Japão, Austrália e Nova Zelândia. Os governos desses aliados expressaram preocupações com as intenções de Pequim. O lançamento foi defendido como legítimo pela Rússia, parceira dos chineses. Segundo a agência estatal Xinhua, o disparo foi descrito como "rotineiro" e como algo que não tinha nenhum adversário específico como alvo. Não foram divulgados dados acerca da trajetória do míssil ou seu modelo, se o usual JL-2 com 8.000 km de alcance ou o mais moderno JL-3, com até 12 mil km. Ambos são disparados pelos submarinos de propulsão nuclear da classe Jin, da qual Pequim opera seis unidades. Cada um leva até 12 mísseis para ataques atômicos. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.