A indústria automotiva da China encontrou uma solução inusitada para reduzir os custos os carros elétricos populares: o país “fez as pazes” com o carvão como um. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Gemini A indústria automotiva da China encontrou uma solução inusitada para reduzir os custos os carros elétricos populares: o país “fez as pazes” com o carvão como uma forma de reduzir os custos das baterias de íons de sódio, que são feitas de matéria-prima mais abundante e mais em conta que aquelas das baterias de lítio. O problema é que as baterias de sódio têm íons maiores que as de lítio, o que inviabiliza a produção do ânodo de grafite. Cientes disso, as fabricantes e empresas químicas locais passaram a apostar na biomassa, mas logo encontraram outro problema: o material era obtido de cascas de coco carbonizadas que tinham que ser importadas. Além de a China querer evitar dependência externa, a produção doméstica do coco não atendia a demanda anual das baterias. Assim, a solução se mostrou no chamado carvão antracito, um recurso bastante comum no país. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.