Governo Lula ampliou parceria com Pequim com testes de transações diretas entre real e yuan chinês. Desde 2009, os chineses são os maiores compradores de produtos nacionais, com domínio de commodities como soja, petróleo e minério. Em 2025, o Brasil foi o país que mais recebeu investimentos do gigante asiático. Comércio e investimentos não seriam diretamente abalados com um Bolsonaro no poder, avaliam executivos de empresas chinesas, associações e diplomatas ouvidos pela Folha em São Paulo e em Pequim. Eles definem a relação de companhias privadas brasileiras com a China como sólida e consolidada. O que preocupa os chineses é a repetição de ruídos registrados na gestão Jair Bolsonaro e um recuo em iniciativas institucionais e de agendas dos governos dos dois países. Um dos pontos críticos é a integração financeira. No governo Lula, os dois países criaram uma câmara de compensação de moedas. Isso possibilitou o fechamento de negócios e a concessão de empréstimos sem o uso do dólar. O real e o yuan chinês passaram a poder ser convertidos diretamente nas transações entre empresas chinesas e brasileiras. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.