Índice que mede a confiança dos diretores financeiros recua ao menor nível desde o fim de 2020; demanda interna fraca e peso dos tributos preocupam mais do que juros e câmbio. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Invest BTG Insights Guia de Investimentos Invest Opina Invest Pro Mercados Minhas Finanças Onde Investir Home Invest Mercados CFO brasileiro perde confiança e entra em 2026 na defensiva, diz estudo Índice que mede a confiança dos diretores financeiros recua ao menor nível desde o fim de 2020; demanda interna fraca e peso dos tributos preocupam mais do que juros e câmbio CFO brasileiro entrou em 2026 disposto a investir, mas em modo de vigilância (courtneyk/iStockphoto). O executivo responsável pelas finanças das empresas brasileiras começou 2026 com o pé atrás. O Índice de Confiança do CFO (iCFO), levantamento trimestral conduzido pela Saint Paul Escola de Negócios em parceria com o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP), recuou para 123,1 pontos no primeiro trimestre do ano – o menor patamar do indicador desde o quarto trimestre de 2020, período ainda sob o impacto da pandemia. Mas a leitura exige uma ressalva importante. Em uma escala que vai de 20 a 180, em que 100 representa a neutralidade das expectativas, 123,1 pontos ainda indicam otimismo. Mas é inegável que a confiança dos CFOs vem perdendo força. E a queda de 3,4 pontos em relação ao trimestre anterior recoloca o índice em um terreno que não era visto há mais de cinco anos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.