CFM critica Enamed como
Presidente do conselho defende que fiscalização de egressos é prerrogativa legal da entidade, não do MEC. "Quando [o governo] tira o projeto do Congresso e recorre a uma medida provisória sem consultar as entidades médicas, ele nos surpreende e, ao mesmo tempo, quebra o debate democrático que estava em curso", afirmou José Hiran Gallo, presidente do CFM, em entrevista à Folha. Publicada na última sexta-feira (19), o modelo proposto na MP torna obrigatória a comprovação de proficiência por meio do Enamed. Elaborado e aplicado pelo Inep, instituto ligado ao MEC (Ministério da Educação ) responsável por avaliações, o exame prevê cem questões e duas etapas obrigatórias ao longo da graduação, realizadas no quarto e no sexto ano. Para o presidente do CFM, o formato proposto pelo governo é insuficiente para chancelar a competência de um médico. "Uma prova com cem questões não avalia a habilidade daquele profissional. Toda e qualquer prova a nível mundial são no mínimo 300 questões.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo