Oséias Gomes teria ordenado morte de José Claiton por conflitos empresariais, segundo a polícia; ele nega. Segundo a investigação, o crime teria sido motivado pelo medo de perder o controle da empresa, considerada a maior franqueadora de clínicas odontológicas do país, com mais de 1.300 unidades no Brasil, no Paraguai, em Angola, no México e na Argentina. Em nota, a defesa do empresário afirmou que a versão apresentada pela polícia "é nitidamente contrária ao que está sendo ventilado" e que Oséias é vítima de criminosos que o extorquiam em busca de vantagens financeiras. O advogado Claudio Dalledone Junior disse ainda que Oséias "é íntegro, honesto, sem antecedentes criminais" e não tinha motivo para mandar matar a vítima. "Isso é um absurdo", acrescentou. José Claiton, conhecido como Claus, foi morto em 19 de abril de 2022, em Ponta Grossa, no Paraná. De acordo com o a polícia, o assassinato foi resultado de conflitos empresariais ligados à administração da companhia e à abertura de uma clínica concorrente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.