Oséias Gomes teria ordenado morte de José Claiton por conflitos empresariais; ele nega. Em nota, a defesa do empresário afirmou que a versão apresentada pela polícia "é nitidamente contrária ao que está sendo ventilado" e que Oséias é vítima de criminosos que o extorquiam em busca de vantagens financeiras. O advogado Claudio Dalledone Junior disse ainda que Oséias "é íntegro, honesto, sem antecedentes criminais" e não tinha motivo para mandar matar a vítima. "Isso é um absurdo", acrescentou. José Claiton, conhecido como Claus, foi morto em 19 de abril de 2022, em Ponta Grossa, no Paraná. De acordo com o a polícia, o assassinato foi resultado de conflitos empresariais ligados à administração da companhia e à abertura de uma clínica concorrente. A vítima foi morta em uma emboscada em frente à própria residência. Claus chegava em casa no fim da tarde, acompanhado da filha, quando foi surpreendido por dois homens ao estacionar o carro na garagem. Segundo a polícia, ele tentou reagir, entrou em luta corporal com os criminosos e sacou uma arma, mas acabou rendido e morto a tiros. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.