"Se vocês conseguirem encontrar um jeito de fixar a taxa de câmbio, a Royal Caribbean volta amanhã”, disse o CEO. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. Michael Bayley, CEO da Royal Caribbean EM NAVEGAÇÃO — A Royal Caribbean condicionou, nesta quarta-feira (1), o retorno de suas operações no Brasil à melhora do ambiente econômico e regulatório do país. Segundo o presidente e CEO da companhia, Michael Bayley, a legislação da cabotagem, a desvalorização do real frente ao dólar e a falta de previsibilidade regulatória são os principais fatores que hoje impedem a empresa de voltar a operar regularmente no mercado brasileiro. “Há duas coisas que travam a operação da Royal Caribbean no Brasil: há a legislação sobre o cruzeiro de cabotagem, que é uma realidade problemática para nós, e a outra coisa é a moeda. A mudança da moeda nos últimos anos foi bem dramática. Se vocês conseguirem encontrar um jeito de fixar a taxa de câmbio, estaremos lá amanhã”, afirmou. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.