Executivo da marca detalha os planos de expansão, a importância das lojas físicas como pontos de experiência e o papel da autenticidade brasileira na estratégia de crescimento que. Ativos mencionados na matéria Fabio Barreto, CEO da Farm Rio (Foto: Divulgação) Publicidade. A Farm cresceu para além do Brasil. A marca carioca, que se tornou um fenômeno de exportação do varejo brasileiro, vive um momento de “inquietude saudável”, segundo seu CEO, Fábio Barreto, em entrevista ao InfoMoney. A empresa pertence ao grupo Azzas 2154 ( AZZA3 ), que confirmou, em fato relevante, ter contratado o Banco Morgan Stanley S.A. para assessorar “a avaliação de alternativas estratégicas envolvendo os ativos relacionados à marca ‘Farm Rio’, com o objetivo de destravar valor dessa marca”. Embora não haja qualquer decisão tomada ou proposta formal, o comunicado teve impacto direto sobre as ações do grupo, que saltaram 9% na sequência. Para analistas, isso mostra que o valor da Farm pode não estar totalmente refletido na estrutura atual do conglomerado, hoje avaliado em R$ 3,7 bilhões. Em 2025, a receita líquida da Farm foi de R$ 3,4 bilhões — sendo mais de R$ 1 bilhão vindo apenas das operações internacionais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.