Operação já foi reduzida em 5% e Azul avalia ajustes em rotas regionais. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. John Rodgerson, CEO da Azul (Janaína Brito/M&E) A Azul continua avaliando novos ajustes em sua malha aérea diante da alta dos custos com combustível. Segundo o CEO da empresa, John Rodgerson, a companhia já reduziu cerca de 5% de sua operação em 2026 e poderá realizar novos cortes caso o preço do querosene de aviação permaneça elevado. Em entrevista à Exame, o executivo afirmou que as análises estão concentradas especialmente nas rotas do interior do país, onde os custos operacionais são mais sensíveis ao aumento do combustível. Segundo ele, a empresa tem priorizado a redução de frequências e o redimensionamento das aeronaves antes de considerar a suspensão de destinos. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.