Em painel na Expert XP 2026, Arthur Wichmann, CIO da XP, e Ruy Ribeiro, sócio fundador da Atlantiqis Consulting, falaram sobre risco, IPCA contra o CDI e como proteger seu. A ideia de investimento sem risco no Brasil deve ser revisitada? Para Arthur Wichmann, CIO da XP, e Ruy Ribeiro, sócio fundador da Atlantiqis Consulting, sim, em especial no que é um ativo realmente livre de risco. Os especialistas partilharam conclusões de um artigo que elaboraram revisando o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) como “a resposta para todos os problemas de risco”, no painel “Repensando o CDI como ativo livre de risco”, apresentado no 2º dia da Expert 2026. O artigo tem coautoria de Eduardo Marinho, professor do Insper e também parte da Atlantiqis Consulting. “A tendência das pessoas é pensar em uma visão de curto prazo, que é o ativo que te protege até amanhã. Mas nenhum investidor tem esse horizonte de investimento”, afirma Ribeiro. Em sua visão, o investidor na realidade deve proteger os seus objetivos de longo prazo, como aposentadoria, pagamento de casa própria e de faculdades dos filhos. “O ativo livre de risco é o que te protege contra não atingir esses objetivos”, diz. Esse não seria o caso do CDI. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.