Cão Orelha vivia há cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis, mas foi submetido à eutanásia após ser encontrado em estado grave no dia 5 de janeiro. Cão Orelha vivia há cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis, mas foi submetido à eutanásia após ser encontrado em estado grave no dia 5 de janeiro. Após pedir o arquivamento do Caso Orelha, o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) vai criar uma nova frente de investigação para averiguar postagens feitas nas redes sociais que podem ter disseminado informações falsas, ou não comprovadas, com objetivo de obter engajamento e retorno financeiro. O trabalho será conduzido pelas Promotorias de Justiça com apoio do CyberGAECO. O cão Orelha foi encontrado debilitado na Praia Brava, em Florianópolis, em janeiro deste ano, e acabou submetido à eutanásia. A morte do animal mobilizou manifestações, campanhas virtuais e acusações direcionadas a adolescentes que passaram a ser apontados nas redes sociais como responsáveis pelas agressões. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.