Após deixar o presídio depois de receber perdão judicial, professora permanece reclusa com familiares enquanto Ministério Público e assistência de acusação tentam anular julgamento. A primeira noite em liberdade de Monique Medeiros foi seguida por um dia de apreensão e isolamento. Menos de 24 horas após deixar o Presídio Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, a professora passou a sexta-feira cercada por familiares próximos e sob o impacto da repercussão da decisão que lhe concedeu perdão judicial pela morte do filho, Henry Borel, segundo sua defesa. Segundo o advogado Hugo Novais, responsável por sua defesa, Monique e parentes vêm recebendo ameaças desde a divulgação da sentença proferida pela juíza Elizabeth Louro, titular do II Tribunal do Júri do Rio, que lhe deu o perdão judicial. O Conselho de Sentença, formado por sete jurados, decidiu pela desclassificação de homicídio doloso para culposo, o que abriu caminho ao benefício, previsto no Código Penal. Ela não foi absolvida, mas sim, condenada sem pena. Apesar disso, relatório diz que ex-presidente não tem instabilidades cardiológicas e está com a pressão controlada. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.