Casas Bahia enfrenta ações de despejo de lojas e galpões logísticos
Com pedido de recuperação judicial, grupo tenta impedir na Justiça as rescisões de contratos; varejista não se pronunciou. Os processos envolvem lojas instaladas em shopping centers e outros imóveis comerciais, além de galpões logísticos. Em documentos apresentados à Justiça no pedido de recuperação judicial, a varejista afirma que preservar os contratos de aluguel é essencial para sua sobrevivência financeira. Segundo a empresa, as lojas físicas respondem por mais da metade de sua receita operacional, e a perda desses pontos comerciais poderia inviabilizar a continuidade das atividades durante a recuperação judicial. Procurada pela Folha desde a manhã desta quarta-feira (19) por e-mail e celular, a Casas Bahia não se manifestou até a publicação desta reportagem. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo