O aumento da colaboração visa fortalecer as alianças entre 'potências médias'. CAMBRIDGE BAY, NUNAVUT, 16 ⁠Mai (Reuters) – Desde a enxurrada de ameaças do ⁠presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de confiscar a ‌Groenlândia, as autoridades da ilha gelada têm buscado ajuda de um aliado do norte: o Canadá. Uma unidade de reserva das Forças ‌Armadas canadenses, chamada de Rangers, há muito tempo mantém presença durante todo o ano nas comunidades do Ártico, em sua maioria inacessíveis. Durante três anos, as autoridades da Groenlândia e da Dinamarca consultaram as autoridades canadenses sobre como criar sua própria versão dos ⁠Rangers – ‌conversas que se tornaram mais urgentes com as ameaças de ⁠Trump e os temores crescentes da hostilidade russa no Ártico. ‘A retórica que vem da Casa Branca acelerou os esforços para rejeitar a ideia de que as comunidades do Ártico precisam que os EUA entrem e as salvem’, disse Whitney ​Lackenbauer, um tenente-coronel honorário dos Rangers canadenses envolvido nas conversas, que falou com a Reuters durante uma recente caminhada de ​5.000 quilômetros de motos de neve no Ártico. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.