Para analistas, Viridis pode se consolidar como fornecedora estratégia de terras raras. A Viridis Mining pode se consolidar como uma fornecedora estratégica de terras raras fora da China, para analistas, em um momento em que a disputa geopolítica por minerais críticos ganha peso crescente no mercado global. A Viridis é listada na bolsa australiana e suas ações subiram quase 390% em 2025. Em relatórios recentes, o Itaú BBA destacou o potencial do projeto Colossus, em Poços de Caldas (MG), como um dos ativos mais promissores da mineradora entre os depósitos de argila iônica fora da China, combinando escala, custos competitivos, infraestrutura favorável e avanço no cronograma de implantação. A tese ganha força em um contexto de maior preocupação com a concentração da oferta global nas mãos da China. O alerta aumentou após Pequim impor, em 2025, controles de exportação sobre disprósio (Dy) e térbio (Tb), metais considerados críticos para cadeias industriais ligadas a veículos elétricos, energia eólica, robótica, data centers, defesa e inteligência artificial. Para o BBA, esse cenário reforça a relevância estratégica de projetos alinhados ao Ocidente com capacidade de entrar em produção nos próximos anos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.