Campanha de Flávio calcula prejuízos com proibição de visitas e vê impacto em estratégias
Pré-candidato buscará reverter decisão de Moraes para manter acesso ao ex-presidente sem depender de intermediários. Interlocutores do senador afirmam que o prejuízo eleitoral é evidente, ao impedir que o pré-candidato discuta a campanha com seu pai, trace estratégias e opine sobre as decisões. Mas veem a proibição sendo derrubada porque ela viola a democracia. Coordenador da pré-campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que a decisão de Moraes, que chamou de desproporcional e autoritária, é "uma clara interferência no jogo político". Outros integrantes da campanha afirmaram que a decisão seria imoral e ilegal, violando o direito do preso de se comunicar e de ter contato com seus advogados, dado que Flávio está inscrito como membro da defesa do pai. Com Bolsonaro preso em casa, Flávio vinha discutindo sua pré-campanha com o pai e, segundo aliados, não toma decisões sem antes consultá-lo. Era previsto, inclusive, que Bolsonaro divulgasse uma lista de pré-candidatos que apoia em cada estado. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo