Cade quer criar equipe dedicada à investigação de big techs
Órgão negocia abertura de novos cargos com ministérios da Justiça e da Gestão. Em entrevista à Folha, ele explicou que o Cade já estuda mudanças na organização interna da Superintendência-Geral, área técnica do órgão, para ampliar o foco sobre eventuais condutas anticompetitivas de empresas como Apple, Google, Meta e Amazon. A iniciativa deve avançar independentemente da aprovação do projeto de lei que cria regras específicas para plataformas digitais no país, em tramitação na Câmara dos Deputados. Hoje, os casos relacionados à economia digital são analisados pela coordenação responsável por todas as condutas empresariais, independentemente da atividade. A avaliação dentro do Cade é que o aumento da complexidade e do volume desses processos exige uma estrutura dedicada, que poderia contar com cerca de seis a oito técnicos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo