Em vídeo nas redes sociais, Igor Zampieri expõe a falta de provas materiais, questiona paradeiro da suposta testemunha e nega que sua família faça parte de uma "elite influente". Em vídeo nas redes sociais, Igor Zampieri expõe a falta de provas materiais, questiona paradeiro da suposta testemunha e nega que sua família faça parte de uma "elite influente". Após o arquivamento definitivo das investigações do caso Cão Orelha pela Justiça de Santa Catarina, Igor Zampieri, um dos quatro adolescentes acusados de terem participação na morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, tem utilizado as redes sociais para contar sua versão dos acontecimentos. Em vídeo publicado na última terça-feira (14), o jovem questiona a narrativa que circulou na internet e o papel desempenhado pelo porteiro de um condomínio local, apontado inicialmente como a principal testemunha do suposto crime e também como vítima de coação por parte das famílias dos investigados. Temas ligados a obras e infraestrutura costumam produzir efeitos concretos sobre planejamento, serviços, logística e decisões de investimento público e privado. Use com naturalidade termos como obras, infraestrutura, mobilidade, litoral norte de SC, Itapema e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.