Busca pelo gramado perfeito para a Copa do Mundo envolve ciência
Padronização do solo para as partidas de futebol em três países com climas diferentes é desafio. Além disso, a experiência de jogo —incluindo o quique e o movimento da bola, bem como a "sensação" dos jogadores— deve ser parte consistente e presente em todos os estádios. E o campo precisa estar verde. Alcançar esse ponto não é tarefa fácil. A Copa do Mundo de 2026 envolve 16 estádios —5 deles com cobertura e 8 com grama artificial permanente (que precisa ser instalada por cima)— espalhados por três países, cada qual com um clima muito diferente. "Temos uma área gigantesca para o torneio. Tentar unificar tudo de maneira uniforme tem sido nosso maior desafio", disse Alan Ferguson, gerente sênior de gestão de gramados da Fifa. Sob a orientação de Ferguson, a Fifa reuniu uma equipe de ponta de especialistas em gramados, liderada por John Sorochan, da Universidade do Tennessee, e John Rogers, da Universidade Estadual do Michigan, que trabalham desde 2018 para determinar a melhor maneira de realizar o sonho verde. Existem duas dúzias de espécies de grama para gramados; nenhuma é igual a outra. A grama azul do Kentucky é uma espécie de clima frio, adaptada a níveis mais baixos de luz e a estações de crescimento mais curtas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo