Brasileiro sabe identificar sinais do câncer colorretal, mas exame de rastreamento é
Pesquisa mostra que 80% associam sangue nas fezes e alterações intestinais à doença, mas só 67% conhecem o teste de sangue oculto. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20), quando completa um ano da morte da cantora Preta Gil, que tornou público o diagnóstico e o tratamento do câncer colorretal em 2023 e ampliou a discussão sobre a doença. Ela morreu em 20 de julho de 2025 em decorrência de complicações do câncer, nos Estados Unidos, onde fazia tratamento. Também conhecido como câncer de intestino, o câncer colorretal é o terceiro mais incidente no Brasil, atrás apenas do câncer de próstata em homens e do câncer de mama em mulheres, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer). Estima-se um total de 53.810 novos casos da doença por ano no triênio 2026-2028, um aumento de 18% em relação ao triênio 2023-2025. A pesquisa da Nexus entrevistou presencialmente 2.015 pessoas com 16 anos ou mais, sendo 1.038 mulheres e 977 homens, nos 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 25 e 30 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com confiança de 95%. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo