Brasileiro morto em Buenos Aires relatou perseguição, e família não vê caso esclarecido
Danilo Neves Pereira, que convivia com transtorno bipolar, relatou suspeita antes de desaparecer em 14 de abril. A mensagem de voz chega a um amigo no Brasil com quem, por segurança, ele compartilha informações de um encontro ao qual foi na véspera, perto dali. Em um intervalo de minutos, Danilo envia dois vídeos, ambos mostrando uma pessoa parada perto da saída de um metrô, e quase 20 áudios, incluindo alguns nos quais se ouve apenas burburinhos ou o som dos arcaicos elevadores da capital argentina. Ele diz que o homem com quem esteve naquela noite havia filmado o encontro sem sua autorização, fala em ir a uma delegacia para denunciar um crime e descreve pessoas e carros nos arredores que considera suspeitos. "Eu estou com 3% de bateria. Chegando em casa, eu te mando mensagem", diz, parecendo responder a pedidos de seu amigo para retornar ao apartamento em segurança. "A rua está deserta, então eu vou esperar um pouquinho. Estou na frente de um mercado 24 horas. Daqui a meia hora, a rua está cheia de gente, aí eu já posso ir.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo