Assim como economias europeias em 2010-2011, país paga juros cada vez maiores para rolar dívida. Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália viram suas economias encolherem drasticamente. Seus governos aplicaram cortes profundos em aposentadorias, salários do funcionalismo público e investimentos sociais para evitar a insolvência —e centenas de protestos se seguiram contra as medidas. Durante a crise europeia, os países afetados não conseguiam mais colocar títulos soberanos no mercado, mesmo pagando juros elevadíssimos, tamanha a desconfiança de investidores em financiá-los. A saída foi o BCE (Banco Central Europeu) comprar os papéis para evitar uma ruptura na zona do euro. Em troca, os cortes foram adotados. No Brasil, as taxas de juros de alguns títulos de longo prazo vendidos pelo Tesouro para financiar o déficit vêm batendo recordes para que os investidores os adquiram —e economistas as consideram "assustadoras" e "insustentáveis". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.