Brasil estuda concessões comerciais para tentar evitar tarifa de 25% pelos EUA
Negociações envolvem escritório comercial americano, mas estão longe de desfecho garantido. Segundo uma fonte do governo brasileiro, as negociações envolvem o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) e buscam um pacote de contrapartidas que permita ao governo americano aliviar a medida. O desfecho, porém, está longe de garantido. A tarifa resulta de uma investigação da Seção 301 da legislação comercial americana sobre supostas práticas comerciais desleais do Brasil. A decisão final sobre sua aplicação cabe ao presidente americano, Donald Trump, com prazo até 15 de julho. O governo brasileiro afirma estar disposto a ceder em determinadas áreas comerciais, mas descarta qualquer negociação fora do âmbito estritamente tarifário. Temas como o Pix, decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) ou questões políticas internas não estão sobre a mesa. A avaliação brasileira é que ainda há espaço para avançar até o prazo limite, mas sem garantias. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo