Resposta do governo Lula sobre segunda investigação comercial contra o Brasil precisa ser protocolada até esta segunda (6). A gestão Lula tem até esta segunda-feira (6) para enviar comentários por escrito ao USTR no âmbito da investigação comercial contra 60 países, entre eles o Brasil, sobre uma alegada falha para "impor e fazer cumprir de forma eficiente uma proibição contra a importação de bens produzidos com trabalho forçado". Paralelamente, o Brasil é alvo de uma investigação específica do USTR por adotar ações comerciais consideradas injustas pelos americanos —nesse segundo caso, que abrange o Pix, o tarifaço sugerido é de 25%. A Folha teve acesso à minuta do documento que deve ser protocolado nesta segunda-feira no USTR, órgão do governo Donald Trump. A linha de argumentação brasileira é a de que o país possui um regime jurídico sólido e abrangente para erradicar o trabalho forçado e impedir que bens produzidos por essa prática ingressem no mercado nacional e nas cadeias globais de valor. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.