Banco recomenda exposição a utilities, concessões rodoviárias e shoppings diante dos riscos para a curva de juros; Equatorial, Motiva, Ecorodovias e Allos estão entre as favoritas. A elevação das tensões no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre a inflação global e os juros reforçaram a busca por ativos defensivos no mercado brasileiro. Em relatório sobre as chamadas “bond proxies” – ações que costumam se comportar de forma semelhante aos títulos de renda fixa – o Bank of America (BofA) afirma que empresas com fluxos de caixa mais previsíveis e menor risco operacional podem oferecer proteção adicional aos investidores em um cenário de maior incerteza para a curva de juros doméstica. Segundo a equipe de analistas de estrategistas do banco, a volta das preocupações com o conflito no Oriente Médio, com elevação do petróleo, aumentou as dúvidas sobre a trajetória das taxas de juros no Brasil, ainda que os dados recentes de inflação tenham surpreendido positivamente. Nesse contexto, o BofA recomenda uma estratégia diversificada, combinando companhias menos sensíveis aos movimentos de juros com outras que podem se beneficiar caso a curva volte a fechar. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.