A mudança de sentimento do investidor estrangeiro foi rápida demais, e cenário pode piorar se o dólar desandar, alerta estrategista do banco: "imagina o cenário de inflação se o. Ativos mencionados na matéria David Beker, estrategista-chefe de ações para a América Latina e economista-chefe para o Brasil do BofA (Foto: Divulgação) Publicidade. A tese do dólar fraco, que foi o principal motor das alocações estrangeiras na América Latina em 2026, está sendo questionada. O Bank of America (BofA) ainda mantém esse cenário como base, ancorado na expectativa de cortes do Federal Reserve no próximo ano, mas reconhece que a margem de segurança encolheu, diante da discussão sobre inflação persistente nos EUA e a possibilidade de o Fed adiar o afrouxamento. É nesse contexto que o câmbio virou o principal termômetro para os ativos brasileiros, e um dólar descolando do patamar de R$ 5 acenderia uma luz amarela tanto para a inflação quanto para os juros, e testaria os limites do carrego elevado que ainda sustenta o interesse no real. “Quando seu único fundamento for o carrego, é risco. Porque aí o spot (dólar à vista) anda e você perdeu o carrego em um dia”, afirma David Beker, estrategista-chefe de ações para a América Latina e economista-chefe para o Brasil do BofA. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.