Bloqueios agravam crise alimentar e deixam hospitais à beira do colapso na Bolívia
Protestos prolongados contra o presidente provocam alta generalizada de preços e forçam famílias a racionar comida. El Alto e o município vizinho de La Paz estão entre as áreas mais afetadas pelos protestos que ocorrem na Bolívia há 35 dias, impedindo a passagem de alimentos, medicamentos e combustível. "A situação está muito ruim; estamos preocupados. Outros nem têm dinheiro suficiente para comprar nada; está muito caro", diz a vendedora, que comercializa seus produtos nos mercados de El Alto. Desde 1º de maio, a Central Operária Boliviana e a Federação Camponesa Tupac Katari —alinhadas ao ex-presidente Evo Morales — mantêm uma greve nacional com bloqueios de estradas em sete dos nove departamentos do país. Elas exigem a renúncia do presidente Rodrigo Paz. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo