Criptomoeda recua 34% de janeiro a junho e fica atrás de todos os principais ativos do mercado; entenda as razões por trás da queda e o que os analistas dizem sobre chances de. Entre todos os ativos que o investidor brasileiro acompanha, nenhum perdeu tanto valor no primeiro semestre de 2026 quanto o Bitcoin ( BTC ). A criptomoeda recuou mais de 34% de janeiro a junho de 2026, segundo levantamento da Elos Ayta. O segundo pior desempenho, do euro, foi de quase 9% negativos. No mesmo intervalo, o Ibovespa subiu 7,55%, o CDI rendeu 6,73% e o petróleo WTI avançou mais de 20%, com o alívio no conflito no Oriente Médio. A queda não veio de um único tropeço. Depois da máxima histórica de cerca de US$ 126 mil em outubro de 2025, o Bitcoin entrou em uma sequência de quedas que se estendeu pelo semestre, com um repique em abril que perdeu força. O ativo fecha três trimestres seguidos no vermelho, com perda de cerca de 22% no primeiro e de aproximadamente 12% no segundo, conforme dados da Coinglass. Abrir um ano assim só aconteceu duas vezes na história do ativo. Entenda os motivos que levaram à queda, e o que os analistas dizem sobre os próximos passos do criptoativo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.