BHIA3: ação da Casas Bahia desaba mais de 33% e vai a R$ 0,44 com pedido de RJ
No pedido de recuperação judicial levado à Justiça neste domingo, a Casas Bahia argumenta que enfrenta a "pior crise financeira desde a fundação", num cenário ainda mais complexo. As ações do Grupo Casas Bahia ( BHIA3 ) desabaram nesta segunda-feira (17) e fecharam abaixo de R$ 0,50 em meio ao pedido de recuperação judicial e prejuízo de R$ 10 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). Os ativos fecharam em derrocada de 33,33%, a R$ 0,44, em meio a uma queda até o fechamento de sexta-feira de quase 80% das ações no acumulado do ano. No pedido de recuperação judicial levado à Justiça neste domingo, a Casas Bahia argumenta que enfrenta a “pior crise financeira desde a fundação”, num cenário ainda mais complexo que o vivido em 2024, quando a empresa passou por uma recuperação extrajudicial. Agora, a empresa acumula dívidas de R$ 17,3 bilhões. O grupo justifica que o aumento da taxa Selic a partir de 2021 produziu “efeitos especialmente severos”, já que sua operação é “estruturalmente dependente” do crediário. Os carnês remontam à criação da empresa, na década de 1950, e hoje respondem por 15,9% das vendas. Entre abril e junho, a carteira de crediário da Casas Bahia fechou em R$ 6,3 bilhões. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney