Ministério diz acompanhar caso e promover articulação por melhoria; prefeitura de Betim não respondeu. Filha de venezuelanos, a menina da etnia warao vivia em uma ocupação de refugiados, formada em 2023. Cerca de 280 pessoas acampam no local, segundo o TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais ). Nesta segunda-feira (1º), a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) solicitou uma reunião com o prefeito de Betim, Heron Guimarães (União. Ela apresentou uma proposta de instalação de um comitê de crise humanitária. A parlamentar disse em um vídeo que só foi atendida pelo gestor depois insistência em abordar a pauta da morte da criança. Procurada pela Folha por email, a prefeitura Betim não se manifestou sobre o ocorrido nem informou as medidas tomadas pelo município para conter a crise. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.