BC avança em regra para restringir uso do FGC por bancos após caso Master
Autoridade monetária define forma de cálculo de parâmetros usados em norma que requer ativos de qualidade. A regulamentação complementa as mudanças anunciadas em abril, após decisão do CMN (Conselho Monetário Nacional), quando se passou a exigir das instituições financeiras que os recursos sejam lastreados em ativos de maior qualidade. O aperto nas regras ocorre no rastro da crise gerada pelo Banco Master, que deixou um rombo de mais de R$ 50 bilhões no FGC. A instituição de Daniel Vorcaro tinha como estratégia vender CDBs com alta remuneração, usando a cobertura do FGC como atrativo. A medida introduziu o conceito de "ativos de referência", indicador que, segundo o BC, "deve refletir a qualidade, a diversificação e a transparência dos ativos mantidos pela instituição". Eles englobam títulos públicos, operações de crédito e depósitos compulsórios. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo