Proposta pretende vincular taxa do empréstimo a índice de juros futuros de longo prazo, e não à Selic. A ideia é vincular a taxa do INSS a um índice de juros futuros de longo prazo, e não à Selic. "Evitaria perder muita energia", afirma Leandro Vilain, CEO da ABBC (Associação Brasileira de Bancos) em entrevista à Folha. Vilain diz que o setor ainda não mergulhou nos detalhes metodológicos de como isso funcionaria na prática, mas que o tema vem sendo debatido com o Ministério da Previdência Social. A taxa de juros é definida todo mês pelo CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) com estudos, negociações e disputas, e já foi motivo de embate entre bancos e o governo no início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2023. O assunto voltou ao debate com a queda da Selic —taxa básica de juros da economia— e a decisão do TCU (Tribunal de Contas da União) de suspender o empréstimo consignado, medida revertida —em partes— depois. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.