Duas instituições financeiras processam todas as transações que viabilizam importações para o território palestino. Duas instituições financeiras israelenses que há muito servem como parceiras dos 13 bancos palestinos —processando transações que viabilizam importações para a Cisjordânia, de alimentos e roupas até gasolina, água e eletricidade— sinalizaram que podem encerrar abruptamente essas relações. Isso cortaria o vínculo financeiro do território com Tel Aviv —e com o mundo exterior. Se os bancos israelenses rompessem os laços, dizem autoridades, isso equivaleria à imposição de um bloqueio comercial sufocante. Os bancos há muito se preocupam com a possibilidade de serem expostos a processos judiciais por lavagem de dinheiro ou financiamento do terrorismo, e estão cada vez mais frustrados com o fato de o governo de Israel não protegê-los melhor contra esses riscos. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.