Presidentes de grandes bancos como Itaú, Bradesco e Santander, defendem equilíbrio fiscal em painel durante a Febraban Tech. SÃO PAULO, 24 Ago (Reuters) – A ⁠poucos meses das eleições no Brasil, presidentes de vários dos ⁠principais bancos do país defenderam nesta segunda-feira o equilíbrio das contas públicas e ‌uma agenda para melhorar a produtividade, ressaltando um ambiente externo mais complexo. ‘O que nós queremos ver efetivamente é equilíbrio fiscal, é um equilíbrio dessa dívida para que ela não ‌suba nessa proporção em relação ao PIB’, ressaltou o presidente-executivo do Bradesco ( BBDC3 ), Marcelo Noronha, em painel durante evento de tecnologia no setor financeiro organizado pela federação de bancos, Febraban, em São Paulo. ‘É preciso haver vontade política para fazer isso’, acrescentou o executivo. A dívida pública bruta do país como proporção do PIB fechou junho em 81,9%, contra 81,0% no mês anterior. Já ⁠a ‌dívida líquida do setor público foi a 68,5%, de 67,9%. O Tesouro Nacional projeta que ⁠o indicador seguirá em alta até 2029. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.