Bancos centrais veem baixo impacto do acordo de paz entre EUA e Irã para conter inflação
Banco da Inglaterra mantém taxas em 3,75%, mas presidente Andrew Bailey sinaliza possível alta. Os formuladores de políticas globais permanecem em alerta, já que os riscos inflacionários não se dissiparam após o acordo preliminar entre Washington e Teerã, com os preços de energia ainda pairando acima dos níveis pré-guerra e com a demanda em alta nos Estados Unidos. O presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, alertou esta semana que a pressão inflacionária estava "a caminho". O Comitê de Política Monetária do Banco manteve as taxas de juros em 3,75% nesta quinta-feira (18), mas Bailey insistiu que estava pronto para aumentar as taxas de juros se a inflação subir. Um dia antes, Kevin Warsh, o novo presidente do Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA), deixou claro que combater a inflação era sua principal prioridade, gerando especulações de que um aumento de juros além da faixa atual de 3,5% a 3,75% poderia ocorrer já no próximo mês. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo