Executivos veem eleição adicionando volatilidade a um cenário de juros altos, crédito mais seletivo e maior cautela dos bancos. Mercados Tecnologia Empresas ESG Entrar BB – Banco do Brasil 'Bancões' projetam conta da eleição e cobram 'pacote fiscal' pós-urnas Executivos veem eleição adicionando volatilidade a um cenário de juros altos, crédito mais seletivo e maior cautela dos bancos. A eleição de 2026 deve colocar os mercados brasileiros diante de uma combinação incômoda: mais volatilidade no curto prazo e maior pressão por respostas fiscais no período seguinte ao pleito. É essa a leitura que emerge das últimas semanas de balanços financeiros de Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME ), cujos executivos apontaram, durante apresentação de resultados, o calendário eleitoral como um fator adicional de cautela em um cenário já marcado por juros altos, endividamento das famílias e incertezas sobre as contas públicas. No Itaú, o CEO Milton Maluhy Filho afirmou que a polarização eleitoral tende a manter os investidores atentos às pesquisas e, principalmente, à comunicação dos candidatos. Até o momento, o pleito está desenhado para opor, de um lado, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e, do outro, o senador Flávio Bolsonaro (PL). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.