Lucro ajustado de R$ 3,9 bilhões superou as estimativas, mas avanço da inadimplência em pessoas físicas e pressão sobre o capital mantiveram tom cauteloso entre analistas. O Banco do Brasil ( BBAS3 ) apresentou na noite da última quarta-feira (12) um lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 14% em relação ao trimestre anterior e de 3% na comparação anual. O número superou as estimativas da maior parte do mercado, beneficiado por despesas menores com provisões jurídicas, controle de custos e receitas extraordinárias. Contudo, para analistas de mercado, o ambiente ainda é de cautela, diante da piora dos indicadores de qualidade de crédito, especialmente em pessoas físicas, e da deterioração dos índices de capital. XP, Itaú BBA, Bradesco BBI, Goldman Sachs, Morgan Stanley e JPMorgan avaliam que a qualidade desse resultado é questionável e os riscos para o segundo semestre seguem elevados. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.