Azul reduz dívida, melhora indicadores operacionais e preserva rentabilidade mesmo sob pressão de custos. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. John Rodgerson, CEO da Azul (Giulia Jardim/M&E) A Azul encerrou o segundo trimestre de 2026 com receita operacional recorde de R$ 5 bilhões, em um período marcado pela pressão dos custos e pela alta de 61,8% no preço do combustível. O resultado foi sustentado por uma estratégia de maior disciplina na oferta, com concentração da capacidade em mercados mais rentáveis, e pelo avanço das receitas de maior valor agregado. O desempenho levou o RASK, indicador que mede a receita por assento-quilômetro oferecido, a R$ 43,41 centavos, alta de 12,7% na comparação anual e recorde para um segundo trimestre. A companhia atribui o resultado à priorização de clientes e mercados de maior valor, além da contribuição crescente de suas unidades de negócio, que já responderam por 21% do RASK no período. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.