Azul cortou 5% da capacidade após escalada do preço do combustível, diz CEO
Preço do combustível pressionou companhia a cortar rotas e reduzir frequências. "Até agora nós cortamos mais ou menos 5% da nossa capacidade. E, se você pega uma empresa do nosso tamanho, isso vai refletir em milhões de passageiros ao longo de um ano. A gente espera que esta guerra se resolva logo", afirma o executivo à reportagem. "[O corte] É internacional, regional e para cidades grandes também. Curitiba-São Paulo não tem o mesmo número de frequências que tinha antes. Tem que cortar geral.". De acordo com Rodgerson, a empresa tem seguido duas estratégias: ajuste de malha, com redução de rotas, e diminuição no número de frequências. "Acho que nenhuma empresa aérea do mundo tem capacidade para repassar tudo isso [aumento dos custos] para o cliente. Todo mundo vai ficar um pouco menos rentável neste ano por causa da guerra.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Brasil. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo