Avaliação para aumento do teor de etanol na gasolina não incluiu teste de durabilidade
Medições contemplaram testes de partida a frio e de emissões, mas sem verificação de longo prazo. Os números fazem parte da edição 2026 do Relatório da Frota Circulante publicado pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), com dados referentes a 2025. O documento mostra uma queda significativa na circulação de carros movidos a gasolina nos últimos dez anos (eram 11,9 milhões em 2016), mas que ainda são comuns tanto em versões antigas como nas concessionárias. O protocolo para a adoção do E30 foi definido em dezembro de 2024. Ao longo do ano seguinte, coube ao IMT (Instituto Mauá de Tecnologia), parceiro de testes veiculares da Folha, avaliar carros populares dos anos 1990 —época em que o teor de etanol anidro na gasolina era de 22%— e modelos importados com cerca de dez anos de uso abastecidos com a nova mistura. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo